Já ouviu falar de Geisy Arruda?

P.S.: O texto é sem foto porque não achei nenhuma da dita cuja!

Seguinte, abri o jornal e a primeira coisa que olho é uma reportagem sobre a tal Geisy Arruda. Sim, essa mesmo. A tal que causou um alvoroço na Uniban por comparecer na universidade com um microvestido. Li que ela foi expulsa, o MEC reinvindicou e a Uniban voltou atrás.

"A expulsão se tornou pública após a instituição publicar anúncio publicitário nos jornais deste domingo (8) e alegar que a jovem cometeu “flagrante desrespeito aos princípios éticos, à dignidade acadêmica e à moralidade".


Até aí tudo certo, quer dizer, nem tudo neh. Eu só não entendo o porquê da mídia dar tanto enfoque para esse assunto. Querem saber a minha opinião? Vou esrever de qualquer jeito :)
A garota errou e muito. Primeiro porque a roupa era imprópria sim, podem me chamar de 'ultrapassada', mas essa é minha opinião, sou moderninha até ali só. Mas não acho que seja um motivo para fazerem esse alarme todo, nem para expulsarem a garota.
Resumindo: A mídia mostra muita coisa 'fútil' que não deveria ter tanta repercução. Mas e você? Qual a sua opinião sobre o assunto?

5 comentários:

Sil disse...

Oi nega....

Então, eu tenho outro ponto de vista...
Aqui em SP é normal ver este tipo de coisa, ver pessoas usando este tipo de roupa e digo mais... até piores viu..

Se fizessem isto na faculdade em que eu estudei, digo que 70% das garotas seriam expulsas.

Acho que a Unibam errou muito, uma porque não deu valor aos direitos da guria, outra pq deixou que alunos fizessem o que fizeram... acho que a única que vai ser prejudicada será a Unibam, que vai perder uma súper ação da menina... e ainda vai deixar o nome ruim (mas do que já é né.r.r.s.), afinal de contas, provou ser preconceituosa e de pouco respeito e administração dos problemas...

É isto o que eu acho...

=\

Bjos.

Luna Sanchez disse...

Fran,

também acho que a roupa não era apropriada, que ela abusou, o que não dá, claro, o direito aos outros de ofendê-la, como aconteceu.

E como comentei no blog de um amigo, a repercussão só se deu porque ela foi ofendida por muita gente ao mesmo tempo. Se fosse por um de cada vez, nem teria manchete.

Um erro não justifica o outro, mas dizer que a roupa não teve culpa de nada, também não dá, né?

Beijo.

ℓυηα

Lelli Ramz disse...

Acho q botar o bedelho na escolha do outro sobre roupa é demais...

respeite e coloke os olhos nos livros...

Eu at comentei q não iria falar a respeito, por conta da minha postura libertária... Mas, agora pensando melhor percebi o meu próprio engano em não reconhecer o conservadorismo extremo como inimigo particular.

Antes no máximo despertava pena e até achava benéfica a "aliança" que faz com o fanátismo religioso, na minha família por exemplo, mantendo algumas pessoas "na linha".

Agora com os olhos bem abertos, percebo o risco de aceitar seus adeptos puritanos sem conteúdo e critérios (vídeo espetacular- Até Hitler tem critérios) e as punições pavorosas e ridículas, bem tiradas do Vigiar e Punir de Foucault.

Risco este que não vale a pena correr, estamos no trabalho contrário a tudo q s ouviu das vozes incendiárias no Atlantic City Convention Hall e a td progresso q talvez tivessemos conquistado - digo talvez, pq depois deste fato.. estou bem na dúvida de qual progresso realmente foi feito.

Será que os nossos queridos da Uniban tb deixaram de usar controle remoto e computador? Será que no mundo perfeito deles, o ideal é tapar até o rosto? Lá tb as mulheres não têm direito a voto e só ao veto?

Bjinhus, retrocessos, barangas e encalhados

Lelli
Recomedo a leitura de http://galldino.blogspot.com/2009/11/uniban-no-qg-dos-nazistas.html

Lelli Ramz disse...

Mais uma coisinha... dizer q a roupa tem culpe é o mesmo q justificar uma pessoa de ser roubada por usar relógio de ouro ou q uma garota é estuprada por ser "gostosa"...

ridículo!

bjinhus
Lelli

Iório disse...

A única coisa que eu sei é que a garota saiu do anonimato direto para os tablóides do mundo... isso mesmo, do mundo, pois só no jornal METRO, de Londres, já foram públicados uns quatro textos sobre o o corrido. É pracabá mesmo,

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